Todas as coisas têm o seu mistério, e a poesia é o mistério de todas as coisas.

"a noite esporeia
suas negras ancas
cravando-se estrelas"
suas negras ancas
cravando-se estrelas"
E Eu te Beijava
E eu te beijava
sem me dar conta
de que não te dizia:
Oh lábios de cereja!
Que grande romântica
eras!
Bebias vinagre às escondidas
de tua avó.
Toda te enfeitaste como um
arbusto de primavera.
E eu estava enamorado
de outra. Vê que pena?
De outra que escrevia
um nome sobre a areia. Federico García Lorca, in 'Poemas Esparsos'
Tradução de Oscar Mendes

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